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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Resenha - Carnaval Underground 2018




Resenha - Carnaval Underground 2018





Não sei ao certo mas no dia 10/02/18, devo ter entrado em uma cápsula do tempo e fui parar direto nos festivais Undergrounds dos anos 90.

As semelhanças são muitas começando pela localização descentralizada e periférica onde ocorreu o evento. Sabe aqueles lugares que se sente bem vindo e em casa é isso mesmo éra como estar de volta aos anos 90 e em casa.

O evento contou com a sonorização, iluminação e apoio de palco por conta do Marcio Klein e Araceli Klein, que garantiu a excelência sonora para público e também para retorno de palco para as bandas.

O Evento foi organizado pela V.T.C Produções com Apoio da Sub_Discos Label Distro na parte da divulgação.

Mas chega de encheção de linguiça e vamos falar do evento.

Não começou pontualmente às 16:59, conforme anúncios em cartazes e mídias sociais bom pra bandas e para o público que começou a chegar em torno de 18h das tarde.

Com a ausência da banda Drº Danyll que não pode estar presente no evento por motivos não divulgados até então, neste momento em que escrevo  este texto.


O Duo Farroupilhense Pior Que Antes  Garantiu a abertura do espetáculo com  precisão e uma destreza inigualável, demonstrando o que poderíamos aguardar e subiu o nível para as bandas  que se apresentariam a seguir. A Banda é formada por Gean Cabelo na Bateria e Fabio Milesi na Guitarra, os dois destaques dessa banda são o seguinte. A precisão do batera em cantar as letras da banda e manter o ritmo rápido e agressivo na bateria.
Além algo que foi muito gratificante de assistir e louvável foi a postura do guitarrista que já vinha a alguns shows pecando nas performances das apresentações ao vivo. Mas com certeza o Carnaval Underground 2018 não foi um shows desses a postura foi impecável e foi uma grande apresentação.

A seguir RockToBacilos outra Banda Farroupilha sobe ao palco para sua estréia na atual cena Underground da Serra Gaúcha. A banda pode até estar estreando mas todos os integrantes já fizeram parte de projetos importantes na cena local, Guita da Banda por exemplo fez parte da primeira formação da Geração Final. A formação da Banda é Edinho na Bateria, Marcelo Vocal, Marcio Klein o Gordo na Guitarra e a sua companheira Araceli Klein no Baixo.
Isso isso mesmo o casa do som, palco e iluminação.

Foi um ótimo Show  na minha opinião superou minhas expectativas para ser uma estréia.
O ponto alto do show foi a participação do vocalista da Geração Final Marciano Bondan, em Músicas como Festa Punk entre outras que não lembro, chegaram derrubando a porta parabéns  excelente show.

Chegou a hora da consagrada Corpo Presente de Caxias do Sul, banda com muita quilometragem rodada, experiência na bagagem. Como era de se esperar tocaram muito arrebentaram no palca apresentado musicas autorais classicas novas e aqueles covers de Bad Religion entre outras coisas que não lembro.
Senti uma falta de conexão com o público talvez um convite para galera que estava espalhada pelo local se aproximar do palco, aqueceria a fria apresentação da banda um ponto bem negativo pra mim é o seguinte tocou e vai embora  isso é muito ruim pra cena para as outras bandas e pra galera em geral que muitas vezes quer conhecer a banda trocar uma ideia adquirir um merchan enfim quem sabe depois do próximo show né? role uma troca de idéia com o público que prestigia a banda.

A quarta banda a se apresentar A Desgraceira HC   foi uma das apresentações mais cativantes, e trouxe o público para frente do palco com letras conscientes, anti fascismo,  nazismo e preconceitos trouxe a tona a revolta dos anos 80 e 90, sinto muito não termos registrado em fotos ou vídeos por que foi histórico épico. Foi a primeira vez que assisti ao show da Desgracera na atual configuração que hoje conta com Fabiano Karlos Medeiros  resistindo no vocal, Jonathan na bateria Adriana baixo e back vocal Eduardo na  guitarra e back vocal.  Mas fui surpreendido e feliz por ver com os meus próprios olhos que a desgraceira encontrou seu caminho e agora basta apenas seguir em frente. O Fechamento da apresentação com a Musica Porão do Kaos foi emocionante ao qual aplaudi em pé!

A banda seguinte Sem Bandeira de Carlos Barbosa foi precisa e fatal assim como um serial killer chegou e mandou um ataque direto sem firulas, sem tempo a perder, acertando a jugular da Mão Santo, derrubando os canibais e não ficaram Calados. Eu peço desculpas pelos trocadilhos mas quem quiser entender vai ter que procurar o som da banda e descobrir do que estou falando. Foi foda foi exatamente nesse momento que o pogo pegou fogo e o baile pegou outro preço. a partir daquele ponto sabiamos que não tinhamos mais volta. seria preciso coragem para enfrentar o pogo.


A Exclusão social banda “Simplemente Punk” de Caxias do Cú subiu ao palco logo após a Sem Bandeira e isso manteve a linha punk protesto do evento. acredito que houve uma evolução da banda como um todo do último show que assisti para este. Talvez a aparelhagem tenha ajuda não sei mas gostei mais do que o último. Além do mais a galera estava com seu novo EP recém lançado “O Simplesmente Punk”
A banda tocou as clássicas, Papai Noel , Morto Vivo, Policia, deportados, Falam tanto de amor  e não poderia ter encerrado com música mais legal que crianças.

E a sétima banda  da noite  Desiguais Punk trouxe as vertentes punk rock para o cenário abrindo com uma música autoral se não me engano, musica que ganhou um festival de música em São Marcos mas a letra não saiu no encarte do projeto. Nesse tom de indignação protesto e revolta eles invocam, Cólera, Dead Kennedys, Ramones entre outros tributos muito bem executados e precisos. É como se vocês estivessem lá ouvindo as bandas originais tocando. Muito bom! Até os mais radicais ao som extremo se rendem ao encantos sonoros da Desiguais Punk.


Já sabíamos que o baile estava chegando ao fim pois um dos momentos mais esperados estava prestes a começar e a fumaça subiu, “fumaça do gelo seco” e a Geração Final abre com a clássica Anti Militar, rolou uma paradinha no meio do show por questões técnicas em relação a afinação de instrumentos. Mas cara foi um baita Show o Destaque desse Show fica para a surpreendente estreia do Baixista Marcos que também toca Guitarra na Sem Bandeira de São Marcos. o Cara foi preciso trouxe o preenchimento,  e completou a banda de forma que pra quem não conheça a história da banda jamais saberia que que era uma estreia parabéns a banda, sucessos na parceria, Aplausos em pé!


O final da noite não poderia ter sido melhor ficando por conta da banda  Lethal Sense de Bento Gonçalves que trouxe a tona o metal extremo, ao evento foi numa crescente até chegar na eximia apresentação que nunca sei dizer se foi melhor que a anterior que eu tenha assistido ou fico ansioso pelo próximo evento. Só posso dizer que apesar da falta de consciência de um maluco que queria dar um Mosh Pit num palco de 70cm acabou Danificando a pedaleira do Andy guitarrista com maestria um cara que nunca perde o bom humor apesar das dificuldades para manter a distorção com o equipamento danificado segurou a onda para que o Miro pudesse despejar seu vocal gutural em cima da galera, e a bateria do Douglas por alguns instantes acreditei que pudesse ser um ataque bombardeiro, mas seguramente o destaque desse Show fica por conta do Marciano que brincou com o baixo sem nenhum suar e olha que tava quente para cacete.

Galera não posso deixar de agradecer e citar a presença mais importante do evento a galera que foi prestigiar as bandas vocês são demais  sem vocês a cena não existe.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

PAMPA PUNK Edição 2015






FESTIVAL PAMPA PUNK:


É difícil começar a descrever, saber por onde começar a contar a história deste rolê, chegamos por voltas das 20:00h da noite do sábado 16/05/15, de um fim de semana histórico, indescritível, emocionante entre tantos outros adjetivos que podem ser oferecidos sabemos o seguinte este fim de semana deixou um marco, algo que repercutirá nos próximos 20, 25 anos na serra gaúcha.
Tive a oportunidade de rever velhos amigos, "velhos mesmo", a amizade algo tão fraterno e pouco valorizado ultimamente! Foram tantos abraços e recordações, tantas perspectivas novas se abriram e "N" possibilidades futuras foram lançadas a mesa.

Bom que foda-se esse blá-blá-blá, meloso todo e vamos ao que interessa.

Chegamos no rolê e encontramos a galera de sempre que, nos recebe bem em Caxias do Sul os Eternos anfitriões da Rua, Zé Caveira, Tom, LSD, e o Jaki Spirrow (Salsicha)o qual não conseguimos uma foto então conseguimos essa com a Bina.

porém desta vez tinha uma galera de outro pico, de SP sentados na calçada, acho que de Santo André eram eles Charuto (Baixista) e o Macarrão (Baterista) da Banda DZK, Trocamos diversas ideia sobre diversos assuntos Macarrão nos falou  sobre Esoterismo, nos mostrou um livro que estava lendo, nos contou sobre o inicio da banda falou sobre sobrevivência, também explanou sobre não ter a necessidade de utilizar a web para se comunicar com o mundo e autogestão, o Charuto nos falou como entrou em contato com a banda em 86 convidando eles para tocarem na sua cidade e como ele foi convidado a participar da banda, e também nos contou sobre rolês em outras cidades do Brasil, os dois falaram o quanto era importante estar em contato com punkaida em seus rolês a fora!




Nisso o Charuto encanou que ninguém deveria ficar de fora do evento. os caras são Mó firmeza sem sombras de duvidas.Bom ai vocês já começam a perceber que se fôssemos embora já tinha valido pena não é mesmo mas não para por ai. Ao Entrarmos no Marechal Rock Bar, acabava de sair do palco,











que foda mas tudo bem pude rever a minha amiga Anne (vocal da banda), já valeu a pena. Nisso pegamos do inicio ao fim a o show 
da Banda






















que matou a pau mostrando o por quê estão a tanto tempo na estrada mostrando o o valor da resistência.
Bom entre uma música e outra, rolou muita troca de ideias e contatos, mas durante este show rolou o primeiro papo, de muitos que rolaram durante a festa com o meu novo Amigo Barata (Vocal) da DZK, conversas que vou tentar sintetizar num único script. Começamos falando sobre o Retorno do DZK ao sul depois de 20 anos, estava muito feliz em estar aqui e na serra principalmente e fazendo parte do Line Up do evento. Nos contou como é a sua relação com a comunidade, em São Paulo, como lida com seu trabalho e a a banda, nos contou uma história bem legal, que certa vez divulgou a DZK no mural do trampo, e seu chefe foi trocar uma ideia com ele, ele mandou a real para o cara "-Daqui eu tiro meu sustento a banda é minha luta, minha vida". Também participou de um bate papo em uma escola na sua comunidade onde o papo era sobre as tribos urbanas e foi super bem recebido onde foi reconhecido pelo nome de guerra "Barata". Também exclamou que prefere tocar no Nordeste antes de ir a Europa, bom tivemos que brecar o Papo por o os Maltrapilhos entraram no set quebrando tudo.

 



























 






























































https://fbcdn-profile-a.akamaihd.net/hprofile-ak-xpf1/v/t1.0-1/c10.0.160.160/p160x160/10494850_346979652122454_9090727057323227117_n.jpg?oh=6199d11ac94eb8df6b0a015e929d5f9e&oe=55C13C12&__gda__=1439445202_d6485af7f982b654ab4722fda6ffd615Entre uma música e outra da Maltrapilhos foi inevitável não importunarmos o Pierre Batera do Cólera,Começamos com uma brincadeira indigesta onde, citamos que o Cólera era responsável por estarmos no rolê da vida punk e underground, mas passado o susto fomos para uma conversa aberta e sincera! Cara o Pierre é um Querido, ele falou sobre trabalhar com exportação de soja, sobre o boicote do Cólera a São Paulo, onde eles ficaram 5 anos sem tocar em Sampa,Falou sobre a cena atual e passada, mas o que mais me admirou fou o alto nível de consciência e responsabilidade, onde o peso sobre os ombros carrega toneladas de preocupação com formação, de novas gerações de públicos, bandas pois, sente sempre uma certa pressão e neste momento ele nos mostrou com um gesto, representando o cú na mão! Heheh é realmente a responsabilidade é enorme e sabe que suas atitudes influenciam uma pá de gente que muda seu comportamento e modo de pensar. Bom neste ponto discordamos pois achamos que cada um faz as escolhas que quer e que ficaria muito fácil responsabilizar os outros pelas suas escolhas erradas. Conversamos com o Wendel  
Atual Vocalista do Cólera falamos sobre a responsabilidade  de substituir o Eterno Redson, eterno e amado Redson, no meio disso tudo contamos duas piadas pois aparentemente o cara tava tenso, vida Longa a Banda. Bom o Val (Baixista) tava afim de ver o Show e não nos deu muita trela. hehehe.


































No meio desses papos tivemos que parar para absorver os som do DZK:






Então pra finalizarmos a noite vamos contar como foi o encerramento do evento foi excepcional com Cólera quebrando tudo com seu novo Guitarrista molequinho sangue novo cheio de vontade de tocar e respeito pelos menbros da banda Garoto Cê tem futuro 
(Fábio - guitarra).

Também teve o momento em que o Piérre chamou o Lucas Trindade ao Palco para agradecer pela produção do Evento foi demais, todo mundo cantado junto, pedindo musicas arrebentou   Obrigado por nos mostrar que vale a pena!

Galera chegamos ao final dessa matéria as 5:00h da manhã de Domingo se quiserem que a gente continue contando como foi o Evento no Domingo então curtam, comentem e compartilhem Hasta!

 




 


















































































































































































































































 


 

DZK SABADO 16 DE MAIO FESTIVAL PAMPAS PUNK NO SUL !
Posted by DZK on Segunda, 18 de maio de 2015