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quinta-feira, 17 de outubro de 2019

II Metal Sul Festival

II Metal Sul Festival





show banda Losna em Caxias na primeira edição do Metal Sul. Crédito Audrey Produções

Assim como riffs marcantes, o Metal Sul Festival também tem mostrado sua força. A percepção é reforçada pela declaração do secretáriode Cultura de Bento Gonçalves RS, Evandro Soares.
— Receber o Metal Sul deveria ser um privilégio para qualquer cidade do Rio Grande do Sul. Até do Mercosul, pela seriedade, por ser democrático — como foi a escolha das bandas por meio de curadoria — e pelo engajamento, o que gera interesse público — enfatiza Evandro.
Em sua segunda edição, o evento retorna a Bento e Caxias doSul. As atividades em cada município ocorrem, respectivamente, em 1º e 2 de novembro, no complexo da Fundação Casa das Artes, e nos dias 6 e 7 de dezembro, no Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho. 
Para apresentar a mesma qualidade da primeira edição, em 2017, quando foi o contemplado com verba pública do Estado, o festival contou com uma campanha de financiamento coletivo. 


Até o momento, 11 bandas escolhidas pela curadoria foramanunciadas. 
São elas: Atropina (Teutônia), Bloody Violence (Porto Alegre), Burn the Mankind (Porto Alegre), Finita (Santa Maria), Hollow (Garibaldi), It´s All Red (Porto Alegre), OssoS (Caxias do Sul), Postmortem (Pelotas), Supersonic Brewer (Bento Gonçalves),  Torvo (Porto Alegre) e Southern (Caxias do Sul). 
Há, ainda, as convidadas Exterminate, Panic, Carcinosi e Sabbra Cadabra. 
Outra atração especial é a banda Leviaethan, que celebra seus 35 anos tocando junto com a Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo(OSNH).
— Estamos organizando tudo para que seja novamente um sucesso, com grandes nomes do metal gaúcho. Além disso, o projeto continua com
o objetivo de mostrar que o metal não é apenas um estilo musical, mas sim um
estilo de vida — destaca a produtora, Cláudia Kunst, idealizadora do Metal Sul.

O entusiasmo da organizadora é respaldado pelas entidades que estão acolhendo a iniciativa.
— A boa receptividade do público, a qualidade das bandas e a diversidade de atividades paralelas garantiram a realização da segunda edição do Metal Sul Festival em Caxias do Sul — revela a diretora do Centro de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho, Claudete Taiarol Travi.

O secretário Evandro Soares destaca ainda o profissionalismo
da empreitada, pontuando que “a cena do metal precisa ter mais seriedade porque
compete diretamente com estilos mais fáceis de se vender”:

— Para nós, de Bento Gonçalves, receber o primeiro Metal Sul
foi uma experiência que trouxe uma proposta inovadora, não somente atendendo a
música, mas toda uma cadeia criativa e econômica. 

A entrega de um evento que tem a tradição de ser underground
mostrou que a cena pode ser profissional e acessível, já que o evento é
gratuito. 

A programação do Metal Sul Festival em 2019, tanto em Bento
quanto em Caxias, inclui, além de shows, mostras de audiovisual, exposições de
artes, rodas de bate-papo e outras ações. O cronograma de atividades será
divulgado em breve.


Acompanhe o Metal Sul nas redes sociais e saiba em primeira
mão sobre as novidades: 

“Se você não gosta de Metal, se você não o entende, você nunca entenderá.
Vocêapenas não captará. É muito difícil converter alguém para o Metal se você não
entende o que ele significa”.

Parafraseando um dos maiores ídolos do heavy metal, Rob Halford da banda Judas Priest, te convidamos pra fazer parte deste projeto. Todos sabemos: o heavy metal não é
apenas um estilo musical, é também, um estilo de vida. 

Ao invés e cobrarmos entradas com valores que você recebe apenas um ingresso, nesta
campanha você recebe presentes exclusivos e ainda se torna parte do festival de heavy metal mais esperado do ano!

O propósito do festival, que teve sua primeira edição, com sucesso, em 2017, no
Rio Grande do Sul é fazer com que o heavy metal seja cada vez Faça parte
deste projeto! Seja parte do Metal Sul Festival!

#eusoumetalsul





quarta-feira, 29 de agosto de 2018

The Varukers Tour SudAmerica- 2018





The Varukers Tour SudAmerica- 2018
Após o início do punk rock clássico com bandas como The Buzzcocks, Stiff Little Fingers ou Sham 69, o Varukers, entre outros grupos que iniciaram suas atividades em meados de 1979, se caracterizavam pela sonoridade mais agressiva e suja que foi logo classificada como hardcore punk.
Em 1981, o grupo gravou seu primeiro single e tocou muito no circuito de pubs do Reino Unido. Com algumas turnês pela Europa na bagagem, muitas mudanças na formação e vários problemas de ordem pessoal, o vocalista e fundador do grupo Rat, decidiu dar um tempo, e em 1985, o Varukers parou com suas atividades.
Em 1993, Rat resolveu reformular o Varukers, quando voltaram na ativa com força total até os dias de hoje. Em 1994 firmaram a volta aos estúdios com o single "Nothing's Changed" e em 1995 re-gravaram vários clássicos lançando o álbum Still Bollox, But Still Here! Enfiaram o pé na estrada e ficaram 3 anos em turnê, passando por grande parte da Europa, Japão, Austrália e EUA.
Em 1997, finalmente um álbum com músicas novas foi lançado. Murder trouxe de volta o nome do grupo ao meio com shows memoráveis. Em São Paulo, dividiram o palco com Gritando HC, Olho Seco e Ratos de Porão. Após esta turnê, eles não deram uma parada, e continuaram a tocar pelo mundo todo. Em 2000, eles gravaram um novo álbum pelo selo nova-iorquino Go-Kart, intitulado How Do You Sleep???, seguido de novas turnês nos EUA e Europa.




As Datas confirmadas no Brasil e Outras localidades na américa do sul são:
31/10 - São Paulo
No dia 31 de Outubro de 2018 em São Paulo/SP
Local: Jai Club - Rua Vergueiro,2676 Vila Mariana
Com Abertura das Bandas
DEAF KIDS & FLICTS

01/11 - Rio de  Janeiro
Quinta-feira, 1 de novembro às 21:00 – 05:00
Teatro Odisséia  Avenida Mem de Sá 66, 20230-152 Rio de Janeiro
Organizado por Lucas Marchi
Ingressos · R$ 35 - R$ 60
02/11 - Goiânia - Sem informações Disponíveis na internet

03/11 - Curitiba
92° Graus Underpub - Curitiba, PR
03 de novembro de 2018, 20h - 04 de novembro de 2018, 04h  Início às 21:00
Bandas de Abertura
Disbiopsia
Repelentes
Bloqueio Mental
04/11 - Bragança Paulista Sem informações Disponíveis na internet
09/11 - Santiago Chile
10/11 - Bogotá Colombia      


sexta-feira, 27 de abril de 2018

Legal Lisi - Niver 1ª Edição



Legal Lisi - Niver 1ª Edição



Realizado pela VTC Produções, Geração Final com apoio da SUB_Discos Distro reunirá a presença de grandes bandas Underground da Serra.

12/05/18 - às 19:59 min


Bar do Pampa - Bairro 1º de Maio Farroupilha RS

Rua no final da rua Serberi

(Pegar Rua Lino Zanonato ir até o final rua pertuti lanches)


Entrada 0800 - Free -Gratuito






terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Resenha - Carnaval Underground 2018




Resenha - Carnaval Underground 2018





Não sei ao certo mas no dia 10/02/18, devo ter entrado em uma cápsula do tempo e fui parar direto nos festivais Undergrounds dos anos 90.

As semelhanças são muitas começando pela localização descentralizada e periférica onde ocorreu o evento. Sabe aqueles lugares que se sente bem vindo e em casa é isso mesmo éra como estar de volta aos anos 90 e em casa.

O evento contou com a sonorização, iluminação e apoio de palco por conta do Marcio Klein e Araceli Klein, que garantiu a excelência sonora para público e também para retorno de palco para as bandas.

O Evento foi organizado pela V.T.C Produções com Apoio da Sub_Discos Label Distro na parte da divulgação.

Mas chega de encheção de linguiça e vamos falar do evento.

Não começou pontualmente às 16:59, conforme anúncios em cartazes e mídias sociais bom pra bandas e para o público que começou a chegar em torno de 18h das tarde.

Com a ausência da banda Drº Danyll que não pode estar presente no evento por motivos não divulgados até então, neste momento em que escrevo  este texto.


O Duo Farroupilhense Pior Que Antes  Garantiu a abertura do espetáculo com  precisão e uma destreza inigualável, demonstrando o que poderíamos aguardar e subiu o nível para as bandas  que se apresentariam a seguir. A Banda é formada por Gean Cabelo na Bateria e Fabio Milesi na Guitarra, os dois destaques dessa banda são o seguinte. A precisão do batera em cantar as letras da banda e manter o ritmo rápido e agressivo na bateria.
Além algo que foi muito gratificante de assistir e louvável foi a postura do guitarrista que já vinha a alguns shows pecando nas performances das apresentações ao vivo. Mas com certeza o Carnaval Underground 2018 não foi um shows desses a postura foi impecável e foi uma grande apresentação.

A seguir RockToBacilos outra Banda Farroupilha sobe ao palco para sua estréia na atual cena Underground da Serra Gaúcha. A banda pode até estar estreando mas todos os integrantes já fizeram parte de projetos importantes na cena local, Guita da Banda por exemplo fez parte da primeira formação da Geração Final. A formação da Banda é Edinho na Bateria, Marcelo Vocal, Marcio Klein o Gordo na Guitarra e a sua companheira Araceli Klein no Baixo.
Isso isso mesmo o casa do som, palco e iluminação.

Foi um ótimo Show  na minha opinião superou minhas expectativas para ser uma estréia.
O ponto alto do show foi a participação do vocalista da Geração Final Marciano Bondan, em Músicas como Festa Punk entre outras que não lembro, chegaram derrubando a porta parabéns  excelente show.

Chegou a hora da consagrada Corpo Presente de Caxias do Sul, banda com muita quilometragem rodada, experiência na bagagem. Como era de se esperar tocaram muito arrebentaram no palca apresentado musicas autorais classicas novas e aqueles covers de Bad Religion entre outras coisas que não lembro.
Senti uma falta de conexão com o público talvez um convite para galera que estava espalhada pelo local se aproximar do palco, aqueceria a fria apresentação da banda um ponto bem negativo pra mim é o seguinte tocou e vai embora  isso é muito ruim pra cena para as outras bandas e pra galera em geral que muitas vezes quer conhecer a banda trocar uma ideia adquirir um merchan enfim quem sabe depois do próximo show né? role uma troca de idéia com o público que prestigia a banda.

A quarta banda a se apresentar A Desgraceira HC   foi uma das apresentações mais cativantes, e trouxe o público para frente do palco com letras conscientes, anti fascismo,  nazismo e preconceitos trouxe a tona a revolta dos anos 80 e 90, sinto muito não termos registrado em fotos ou vídeos por que foi histórico épico. Foi a primeira vez que assisti ao show da Desgracera na atual configuração que hoje conta com Fabiano Karlos Medeiros  resistindo no vocal, Jonathan na bateria Adriana baixo e back vocal Eduardo na  guitarra e back vocal.  Mas fui surpreendido e feliz por ver com os meus próprios olhos que a desgraceira encontrou seu caminho e agora basta apenas seguir em frente. O Fechamento da apresentação com a Musica Porão do Kaos foi emocionante ao qual aplaudi em pé!

A banda seguinte Sem Bandeira de Carlos Barbosa foi precisa e fatal assim como um serial killer chegou e mandou um ataque direto sem firulas, sem tempo a perder, acertando a jugular da Mão Santo, derrubando os canibais e não ficaram Calados. Eu peço desculpas pelos trocadilhos mas quem quiser entender vai ter que procurar o som da banda e descobrir do que estou falando. Foi foda foi exatamente nesse momento que o pogo pegou fogo e o baile pegou outro preço. a partir daquele ponto sabiamos que não tinhamos mais volta. seria preciso coragem para enfrentar o pogo.


A Exclusão social banda “Simplemente Punk” de Caxias do Cú subiu ao palco logo após a Sem Bandeira e isso manteve a linha punk protesto do evento. acredito que houve uma evolução da banda como um todo do último show que assisti para este. Talvez a aparelhagem tenha ajuda não sei mas gostei mais do que o último. Além do mais a galera estava com seu novo EP recém lançado “O Simplesmente Punk”
A banda tocou as clássicas, Papai Noel , Morto Vivo, Policia, deportados, Falam tanto de amor  e não poderia ter encerrado com música mais legal que crianças.

E a sétima banda  da noite  Desiguais Punk trouxe as vertentes punk rock para o cenário abrindo com uma música autoral se não me engano, musica que ganhou um festival de música em São Marcos mas a letra não saiu no encarte do projeto. Nesse tom de indignação protesto e revolta eles invocam, Cólera, Dead Kennedys, Ramones entre outros tributos muito bem executados e precisos. É como se vocês estivessem lá ouvindo as bandas originais tocando. Muito bom! Até os mais radicais ao som extremo se rendem ao encantos sonoros da Desiguais Punk.


Já sabíamos que o baile estava chegando ao fim pois um dos momentos mais esperados estava prestes a começar e a fumaça subiu, “fumaça do gelo seco” e a Geração Final abre com a clássica Anti Militar, rolou uma paradinha no meio do show por questões técnicas em relação a afinação de instrumentos. Mas cara foi um baita Show o Destaque desse Show fica para a surpreendente estreia do Baixista Marcos que também toca Guitarra na Sem Bandeira de São Marcos. o Cara foi preciso trouxe o preenchimento,  e completou a banda de forma que pra quem não conheça a história da banda jamais saberia que que era uma estreia parabéns a banda, sucessos na parceria, Aplausos em pé!


O final da noite não poderia ter sido melhor ficando por conta da banda  Lethal Sense de Bento Gonçalves que trouxe a tona o metal extremo, ao evento foi numa crescente até chegar na eximia apresentação que nunca sei dizer se foi melhor que a anterior que eu tenha assistido ou fico ansioso pelo próximo evento. Só posso dizer que apesar da falta de consciência de um maluco que queria dar um Mosh Pit num palco de 70cm acabou Danificando a pedaleira do Andy guitarrista com maestria um cara que nunca perde o bom humor apesar das dificuldades para manter a distorção com o equipamento danificado segurou a onda para que o Miro pudesse despejar seu vocal gutural em cima da galera, e a bateria do Douglas por alguns instantes acreditei que pudesse ser um ataque bombardeiro, mas seguramente o destaque desse Show fica por conta do Marciano que brincou com o baixo sem nenhum suar e olha que tava quente para cacete.

Galera não posso deixar de agradecer e citar a presença mais importante do evento a galera que foi prestigiar as bandas vocês são demais  sem vocês a cena não existe.