segunda-feira, 9 de março de 2015

Novos Agradecimentos

 

 


Finalmente autorização:

Bom galera essa publicação vem pra agradecer a especificamente um cara Ederson Fra Assessor do Gabinete de Gestão e Governo,  pasta comandada pelos Sr Excelentíssimo Francis César Dobner Casali, Que também trocou umas palavras conosco em seu gabinete.

Porém o Ederson, entre telefone que não parava de tocar pessoas que precisavam de sua atenção nos recebeu muito bem; Trocamos varias ideias e acabamos aprendendo muitas coisas sobre eventos em ambiente aberto (públicos).

E finalmente temos a autorização na Mão!

Valew Eder o Município com dez funcionários como você seria uma cidade com uma taxa de satisfação 10x maior  até a próxima!
 

 

DESGRAÇA SONORA II





NÃO PERCA O FESTIVAL MAIS UNDERGROUND DE FARROUPILHA:


DIFICULDADES DO UNDEGROUND






Por Diana “NoWay” Ungaro Arnos

Você está cansado e sem dinheiro. Mas continua. Por quê? Porque você realmente gosta do que faz e sabe que é disso que quer viver.”

Vivendo no Underground BrasileiroEu não quero repetir o “arroz com feijão” do assunto quando as pessoas tratam desse tema: as condições no Brasil são ruins, a mídia não apoia, os instrumentos e equipamentos são muito caros, também é caro gravar, o público se importa mais com as bandas gringas que as boas bandas brasileiras que vem surgindo e bla bla bla.
Olha só, mesmo sem querer repetir já deu um parágrafo todo de reclamações. Mas como é realmente tentar sobreviver ao underground? Entre todas as dificuldades, eu prefiro começar com a grande vantagem que esses problemas trazem (é, vantagem mesmo): as bandas que insistem e continuam são compostas por músicos que realmente amam o que fazem e que já passaram por muitas dificuldades só para poder fazer música. Então você já pode esperar, no mínimo, um trabalho sincero. E, daqueles que realmente lutam na cena por um bom tempo, o trabalho é bom. Pode não ser seu estilo de música, mas você precisa admitir quando um som é bem feito.
E para não citar terceiros e evitar problemas, vou falar da minha própria experiência. E é verdade, é muito difícil continuar.
Você sabe (se não sabe, alguém já comentou com você), como é difícil ter que estudar e trabalhar ao mesmo tempo. Como o cansaço é grande e a grana é curta (afinal, você praticamente trabalha só para pagar a faculdade). Acordar cedo, trabalhar o dia todo, estudar a noite toda e dormir horrivelmente tarde. Todos os dias.
Então você tem uma banda. Não uma banda de garagem só pra divertir os amigos e tocar uns covers. Uma banda com planos sérios, que pretende gravar, sustentar uma carreira. E todos os músicos sabem: a prática leva à perfeição. Logo, só um ensaio de 2h durante a semana não é o suficiente. Se você já trabalha e estuda e tem um ensaio de final de semana, qual seu horário livre? A madrugada.

Você não vai encontrar bandas de Heavy Metal brasileiras que estão lá fora só porque é “modinha” ou porque é fácil. Estão lá por mérito.”


E lá vai você, depois de um dia de trabalho e uma noite de estudos ainda encarar pelo menos 2h de ensaio. Não uma, mas duas vezes por semana. Diga “olá!” ao cansaço acumulado e bem vindo à vida de músico.
Ah sim, além dessas horas a menos de sono durante a semana, também tem os finais de semana em que você vai tocar, provavelmente de graça. Isso se conseguir tocar, porque os donos de bares querem bandas covers que atraiam público, não uma banda de um lugar qualquer que nem conseguiu lançar um álbum direito.
Carrega, monta e desmonta equipamento. E no seu final de semana você acaba também dormindo pouco. Lembrando que tem ensaio no dia seguinte.
Pra manter seu sonho musical, você já gasta mais energia do que provavelmente tem. Mas e o dinheiro? Ah, esse vai embora também.

Você precisa de equipamentos. Vai fazer um show seu? Precisa de P.A’s, retornos, mesa, potências e cabos. Muitos cabos. Toca com mais de uma afinação? Pra evitar as trocas chatas de afinação no meio do show e não ter restrições de repertório, você precisa de 2 guitarras ou baixos. Pra cantar e poder se mexer, precisa de um microfone sem fio, mas que não sofra com interferências e tenha uma captação legal pro seu tipo de vocal (não, microfone não é “qualquer um serve” e dá tanto trabalho escolher quanto uma guitarra nova. Eu, por exemplo, não gosto de cantar em alguns microfones que muita gente adora).
Sem falar no combustível, pedágios e seja lá mais o que a ida até o local do show exija. Não preciso nem tocar no assunto “gravação profissional”.
Você está cansado e sem dinheiro. Mas continua. Por quê? Porque você realmente gosta do que faz e sabe que é disso que quer viver. Esse esforço não vale só para a música, mas para qualquer sonho que uma pessoa queira realizar. E daí vem a vantagem do underground brasileiro: aquela banda com 10 anos de carreira que você vê fazendo turnê aqui ou lá fora é composta por gente que realmente merecia estar ali, porque eles lutaram e se esforçaram para ouvir cada fã cantando junto durante o show. Você não vai encontrar bandas de Heavy Metal brasileiras que estão lá só porque é “modinha” ou porque é fácil. Estão lá por mérito.
E termino aqui esse texto um tanto quanto extenso, às 2h da manhã, de um estúdio em São Caetano, finalizando a primeira parte das gravações de voz. Eu moro em Osasco, provavelmente chego em casa às 6h da manhã e saio às 7h30 para ir trabalhar e depois ir direto pra faculdade (época de TCC, inclusive), rumo à mais uma semana no modo zumbi.
Mas, no final, vale a pena. Se você é músico e quer seguir com a sua banda, não é isso que vai te fazer desistir.

Fonte original: http://wikimetal.com.br/site/vivendo-no-underground-brasileiro/


Rock Independente em Tibiri





Este documentário é muito massa mostra a realidade de uma galera que de certa forma sente-se
deslocada e isolada mas não se mixa e faz as coisas acontecerem através da união!

Geograficamente estamos distantes mas a a dureza da realidade é a mesma, as mesmas
dificuldades, os mesmos anseios e desejos Assista este documentário e se inspire em fazer algo
pela sua cena se em Tibiri  a galera se puxa e fz acontecer por que nós também não podemos?




Rock Independente em Tibiri

O documentário traça o panorama do cenário rock independente em Tibiri, bairro de Santa Rita, cidade satélite da capital paraibana. Com depoimentos de roqueiros de várias gerações, a história é contada desde os anos oitenta até os dias de hoje, mostrando as dificuldades e a evolução da cultura underground.    

Tema: COMPORTAMENTO

Tags: Deyse Plácido, independente, Roberto Menezes, rock, rockindependente, Santa Rita, Tibiri, underground
FICHA TÉCNICA

País: Brasil

Duração: 20'5"

Diretor: Deyse Plácido e Roberto Menezes

Produtor: Andalou Filmes

Ano: 2013

Formato: HD

Montagem: Deyse Plácido e Roberto Menezes

Fotografia: Deyse Plácido e Roberto Menezes
http://curtadoc.tv/curta/comportamento/rock-independente-em-tibiri/




domingo, 8 de março de 2015

EVENTO OFICIAL - DESGRAÇA SONORA II


BANDA SEM BANDEIRA - NOVA FORMAÇÃO


 

 

 

 

SEM BANDEIRA - SEM FRONTEIRA

 Banda de Punk rock hardcore de Carlos Barbosa RS, Brazil... O grito é a força que é posta para fora quando você o faz! Libertar pensamentos e sentimentos egoístas, para que todos possam ter o direito de escolha, de liberdade e de domínio sobre suas vidas. Que caiam as Bandeiras, Segregadoras e Divisoras! Chega de Bandeiras de Capitalismo! Queimem as Bandeiras,
Provando que acredita no que diz a banda sem bandeiras; atravessou as fronteiras  intermunicipais entre Carlos Barbosa e Farroupilha, pois é os novos integrantes da Sem Bandeira são de Farroupilha O Baixista Fernando (Xara)  e o Baterista Joey Cabelo, os dois já tocam juntos na banda Pior Que Antes e abraçaram o projetos com unhas, dentes, baguetas e palhetas. O Cabelo já vem tocando bateria de longa data com participações em bandas como Bafo de Bira; Sistema Falido e Geração Final, o Fernando Também faz o Baixo sinistro da Banda Tormento Alcoólatra que acabou de lançar um CD Porões da Loucura.

Tive o privilégio de acompanhar o segundo ensaio da rapaziada e gostei do que vi e ouvi.

S.B. é uma banda Punk Hardcore de Carlos Barbosa - RS, formada em 2006. QUE  LUTA pela Libertação Animal, da Terra e Humana.

Particularmente eu conhecia apenas uma música da banda que encontrei na Fanpage da banda no facebook:

 https://www.facebook.com/SemBandeira 

E imediatamente a mensagem me atingiu; o som é de protesto e de disseminação da cultura Vegana.
Abaixo segue o vídeo da banda que está disponibilizado no face.
E provavelmente nesta Terça-feira você pode escutar um depoimento do Guitarrista Marcos  no Programa é Rock N" Roll na nossa Rádio WEB  Coletivo Cultural - o programa começa a partir das 23:00 fiquem ligados!

Para quem quiser saber mais da banda segue o link para o blog da galera!



Antifa - Chasseurs de Skins (Português) Filme







Publicado em 11 de fev de 2012
Antifa - Chasseurs de Skins (Português) |
Sinopse: O renascimento do movimento skinhead no início da década de 1980 coincidiu, na Europa, com o crescimento dos partidos de extrema-direita, que se empenhavam em cooptar para suas fileiras jovens da classe operária cuja autoestima havia sido corroída pela crise econômica. Na França, o partido de extrema direita Frente Nacional (Front National - FN), de Jean Marie Le Pen, chegou a obter 20% dos votos, num momento em que a imigração no país atingia o seu auge e os relatos de agressões racistas nas ruas eram diários. Com o lema "a França para os franceses", os fascistas do FN e de outros grupos ainda mais radicais recrutavam seguidores em cada esquina e 99,9% dos skins franceses acabaram cooptados pela extrema-direita, num processo semelhante ao que vinha também ocorrendo em outros países europeus, como a Inglaterra, onde houve uma adesão em massa de skinheads ao National Front e ao BNP (British National Party).





Ao mesmo tempo em que essas gangues manipuladas pelos partidos de extrema direita estavam na iminência de assumir o controle das ruas de Paris, uma forte cena punk/underground se desenvolvia por toda a França. E foi deste caldo de cultura libertário e multiétnico que pulsava nas ruas e nos squats que surgiram as primeiras gangues de Caçadores de Skinheads, dedicadas não apenas à autodefesa em shows e squats, mas, principalmente, a escorraçar as gangues fascistas das ruas.

É a história desse processo de desfascistização das ruas de Paris que Antifa: Chasseurs de Skins conta, explorando também a pré-história do movimento skinhead na França e as primeiras gangues rockers antirracistas, como os As-nays e os Black Panthers, que na década de 1970 enfrentavam gangues de rockers racistas, e que, por sua vez, inspiraram as gangues de Caçadores de Skins propriamente ditas, como os Ducky Boys, os Red Warriors e os Ruddy Fox. Eram gangues multiétnicas, extremamente combativas e fortes, formadas por professores e/ou campeões de alguma arte marcial (Muay Thai, Full Contact, Kung Fu, etc.), como era o caso dos Ducky Boys e dos Red Warriors.